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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Os cientistas e Deus

Vez por outra, o mundo do príncipe das trevas elege alguém para segurar a velha bandeira do ateísmo. Nesse campo, proclamado e rejeitado logo depois por inúmeros cientistas, a bola da vez é o biólogo Richard Dawkins, autor do livro “Deus – Um Delírio”. Na tal obra, utilizando teorias fajutas e argumentos debatidos exaustivamente, o escritor faz de tudo para provocar as pessoas que creem em Deus, mas, principalmente, as que, segundo ele, creem por 'inércia'. Seu objetivo é fazer com que elas passem a pensar 'racionalmente' e acabem trocando suas 'crenças' pelo que ele, idiotamente, chama de 'orgulho ateu'.

Vejam, a seguir, o que disseram alguns dos principais ‘colegas’ de Richard Dawkins, que, sem dúvida alguma, precisa muito de Deus para continuar vendendo seus “livros” e ganhado seu dinheirinho.

Louis Pasteur:

"Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima”.

Benjamin Franklin

"Achar que o mundo não tem um criador é o mesmo que afirmar que um dicionário é o resultado de uma explosão numa tipografia."

Charles Darwin

“Posso dizer-vos que a impossibilidade de considerar este magnífico universo, que contém o nosso ‘eu’ consciente, como obra do acaso, é para mim o principal argumento em favor da existência de Deus”.

Isaac Newton

“Esta elegantíssima coordenação do sol, das estrelas, dos planetas e dos cometas não pode ter outra origem que o plano e o império do Ser dotado de inteligência, que tudo domina, não como alma do mundo, mas como o Senhor de todas as coisas, eterno, infinito, onipotente, onisciente. Na ausência de qualquer outra prova, entretanto, um único polegar me convenceria da existência de Deus".

Max Planck

“Para os crentes, Deus está no princípio das coisas. Para os cientistas, no final de toda reflexão”.

Willian Trompson

“Provas brilhantes de uma ação inteligente multiplicam-se em torno de nós e, por vezes, dúvidas metafísicas nos afastam temporariamente destas idéias, elas voltam com uma força irresistível. Elas nos ensinam que todas as coisas vivas dependem de um Criador e de um Senhor Eterno”.

Albert Einstein

“Todo aquele que se dedica ao estudo da ciência chega a convencer-se de que nas leis do Universo se manifesta um Espírito superior ao do homem, e perante o qual nós, com os nossos poderes limitados, devemos humilhar-nos. Minha religião consiste numa humilde admiração do Espírito superior que se revela nos pequeninos detalhes que somos capazes de perceber com as nossas mentes frágeis e débeis. Esta convicção profundamente emocional da presença duma força superior, que é revelada pelo universo incompreensível, forma a minha idéia de Deus”.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

A fé a ciência

Esta história (real e ocorrida em 1892) foi enviada por um amigo e diz muito sobre o fato de que a verdadeira ciência não se contrapõe à fé cristã. Pelo contrário, nos últimos anos, os cientistas não têm feito outra coisa que não seja ratificar o que a Bíblia revela há centenas de anos. Na verdade, a fé e a ciência sempre viveram e andaram juntas.

Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências.

Em determinado momento, o jovem percebeu que seu companheiro de viagem lia a Bíblia, mais precisamente o evangelho de Marcos. Sem muita cerimônia, o jovem interrompeu a leitura do velho homem e perguntou:

- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

- Sim. Mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Por quê? Você acha que estou errado?

- Claro que está! O senhor deveria estudar a história geral. Veria que a Revolução Francesa, por exemplo, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião.

E continuou: somente pessoas sem cultura ainda creem que Deus criou o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os cientistas dizem sobre isso.

- É mesmo? E o que os cientistas dizem sobre a Bíblia?

- Infelizmente, tenho que descer na próxima estação, mas me dê o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó, e deu um cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava escrito saiu cabisbaixo se sentindo pior que uma ameba.

O cartão dizia:

"Louis Pasteur, Diretor do Instituto de Pesquisas Científicas da École Normale de Paris".

Só para lembrar, Pasteur (1822-1895) foi um dos mais importantes cientistas do século 19. Suas descobertas tiveram enorme importância na história da química e da medicina.

A ele se deve a técnica conhecida como pasteurização, processo usado em alimentos para destruir microrganismos patogênicos. O avanço científico de Pasteur melhorou a qualidade de vida das pessoas permitindo, entre outras coisas, que produtos como o leite passassem a ser transportados sem sofrerem decomposição.